

Mas, o que era mínimo há alguns anos atrás, em matéria de exigência técnica para tais desempenhos, e perfeitamente ao alcance de alguém que soubesse ler e escrever razoavelmente, (tinha era de ter já, isso sim, grande dose de paciência e boa vontade) passou a ser de hoje em dia quase tarefa de um colégio de sábios.
Está mal hoje quem se propuser administrar capazmente um condomínio, por pequeno que ele seja, e não tenha logo ali à mão quem conheça e saiba bem interpretar a lei, quem saiba de contabilidade e de gestão e também de engenharia e de arquitectura, quem saiba de construção para saber observar o que são efectivos defeitos de obra e poder aconselhar de forma justa e consciente em tempo útil, os proprietários das fracções do condomínio; mas tem mesmo de saber.
A construção dum edifício é algo de bem complexo, em que algumas das vezes o resultado final não corresponde ao grande cuidado que foi posto na obra. Algo saiu mal sem razão conhecida, e há que corrigi-lo.
Na nossa filosofia de trabalho o relacionamento com o Construtor é de grande importância, sendo primordial saber-se avaliar e discutir os problemas, ser-se equilibrado, para se obterem os resultados pretendidos. De contrário, apenas se perde a credibilidade perante ele, e quando houver realmente um problema para colocar, a nossa voz deixa de ser escutada ou não é levada a sério.
Em muitas situações criam-se e alimentam-se conflitos com o Construtor que não têm qualquer razão de ser. Poderiam bem ter sido resolvidos, se analisadas e discutidas correctamente as razões que lhe deram origem.
Nós queremos ser para o construtor, o seu olhar continuado de contemplação no edifício, que o enche de satisfação; que deseja satisfeitos os seus novos donos; que o quer ver sempre bonito e valioso; que quer colaborar na harmonia da sua vida interna.
Ele também dedicou uns anos da sua vida à sua construção; também o sonhou; talvez até seja a obra que o vai lembrar na sua passagem pela vida.
Por isso quer que alguém bem conhecedor lhe diga se há algo a correr mal e o quê.
E para os nossos clientes, os Condóminos, queremos aliviá-los de uma enorme quantidade de afazeres que, sendo complexos por um lado, são também de muito difícil desempenho por outro, quando se tem de tomar atitudes antipáticas com os nossos vizinhos.
Quantas vezes acontece, deteriorarmos uma relação que nos era agradável de manter, porque o vizinho não tolerou aquela advertência da roupa a pingar para o estendal do outro vizinho; da quota um pouco atrasada; do carro mal estacionado que não estorvava ninguém.......
“É mesmo vontade de implicar. Foi para isto que se andou a pôr em biquinhos de pés para ser administrador, para ser importante.......e parecia boa pessoa!”
Estas razões seriam suficientes para ser contratada uma empresa especializada para a prestação destes serviços. Mas existem outras mais:
• A gama de conhecimentos que são necessários possuir para um eficaz desempenho, treino na abordagem e resolução dos problemas, não estão regra geral ao alcance dos srs. Condóminos;
• Conhecimento de quem pode a todo o momento resolver um imprevisto que provoca desconforto a todos, a que só uma administração profissional pode ter acesso, por representar para o prestador do serviço, um bom cliente a ter em conta;
• Uma administração profissional dispõe de meios (informáticos, bibliográficos, legislação) e contactos privilegiados com especialistas que, sem eles, as tarefas mais simples podem representar enormes dor de cabeça;
• Actua no sentido de prevenir e amortecer eventuais focos de conflito. Fá-lo de uma maneira descomplexada, pois está a praticar actos profissionais, para os quais é paga; os condóminos sabem disso e reconhecem-lhe idoneidade.
• O profissional faz o que tem de ser feito e está preparado para isso; tem a experiência que lhe permite antecipar a resolução de pequenos problemas, antes que se tornem em algo de grave;
• Uma administração profissional tem peso negocial junto de fornecedores e prestadores de serviços, que lhe permite racionalizar custos em favor dos seus clientes (condomínios), tirando partido do efeito de escala, como sejam os casos da negociação dos seguros colectivos, contratos de assistência a elevadores e contas bancárias, serviço de limpezas e jardinagem.
E tudo isto por um custo tão baixo.
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